<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2814505778405176727</id><updated>2011-04-22T00:17:44.062Z</updated><title type='text'>Escrita em Branco</title><subtitle type='html'>&lt;b&gt;Certas são as palavras caladas. Nada quer dizer nada.&lt;/b&gt;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://escritaembranco.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2814505778405176727/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escritaembranco.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>¶</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09260256030473899667</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://bp1.blogger.com/_jC4GvKIOjHw/RcS04iep3pI/AAAAAAAAAAM/srDtvgZTiE4/s320/%C2%B6.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2814505778405176727.post-4239799317288301150</id><published>2007-09-22T19:03:00.000Z</published><updated>2007-10-26T16:06:28.686Z</updated><title type='text'>ANDO PELAS RUAS DO ANTEGOSTO</title><content type='html'>Criado num canto do infinito indomável que não pertence a nada real, serei eu um pouco almejável no silêncio do profundos oceanos? &lt;strong&gt;Talvez seja antes um profeta empedernido no condão da morte anunciada, pelas esferas antigas dos anciães prostrados.&lt;/strong&gt; Pela falta de qualidade de outros anos vindouros. Num repente, algo produz um silvo enigmático entre a folhagem cativa da anunciada Primavera. É todo o canto de uma jovem, bela jovem, que produz espinhas na alteração ininterrupta da água mórbida para lá do desafio humano. &lt;strong&gt;Tudo o que seremos está contido num jorrar maravilhoso de fantásticas formas obscurecidas pelo tempo que não passou.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo se produz na minha mente canónica. &lt;strong&gt;Serás tu?&lt;/strong&gt; Serei eu um pesadelo informe com gostos uniformes? Tudo o que sei é que não obstante o proteccionismo desenfreado de subtis algálias esquálidas de outro órgão, não poderia jamais abster-me de centrar a minha forma e existência nos planos ausentes de um guarda primevo, sempre alerta no fundo de um tempo esquecido entre os demais. &lt;strong&gt;Nós todos, somente todos, seremos apartados por fim.&lt;/strong&gt; Numa luta incessante, quanto mais jorra esse sangue exangue de um exército fajuto e de formas pouco claras, mais se sentem as algas oleosas de um amorfo mar de prata cadente. &lt;strong&gt;Para que tudo ainda gele no sangue da nossa mente, é preciso arrimar.&lt;/strong&gt; E com isso, fugir às coisas que nadam na mente dos nossos avós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É preciso fugir.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ando pelas ruas do antegosto, finalizando a estrutura mental que me canibaliza o espírito. &lt;strong&gt;É tão-somente algo com o qual nunca poderia lutar.&lt;/strong&gt; Tantas e tantas vezes antes seria estranhamente difícil querer algo mais e bem definido que apenas um momento. De ócio. É tudo o que fazemos para consumir. No fundo, o que eu gostava era de rir, sorrir, quebrando todas as ondas de espasmo artificial que nada mais são que argonautas de um desfecho irreal. Sem planos de casamento. Em catacumbas. &lt;strong&gt;Onde se fecha o zodíaco no quadro de um semblante perfumado em histórias de cadência imaginada.&lt;/strong&gt; Nunca sussurrada. A história faz-se de homens como nós, perdidos no tempo e no espaço do funil de um vórtice encantador e encantatório, tão fundo que nos esmaga com o seu silêncio profundo de matizes rosas. &lt;strong&gt;Onde foi, não mais voltará a ser.&lt;/strong&gt; E onde espera...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pôrra! Quantas vezes julguei que não? &lt;strong&gt;Não adianta lutar – contra ti é como um inferno invernoso, nos canto da nossa mente fragmentada.&lt;/strong&gt; Deixa-me vogar pelo plano incabado de um pôr-do-sol extremo de fadiga em pára-sol de asas de alto gabarito. Manda mais lá na terra que na extensão de um confim gelado. &lt;strong&gt;Onde será que fui parar neste espaço de pedaço vazio?&lt;/strong&gt; É um homem morto que te espera nesse recanto da memória esquecida pelo tempo ausente. Da mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio de um obscuro pensamento fugidio, não esqueças aquilo que por fiz ti. &lt;strong&gt;Talvez não o saibas de todo, mas não importa o que pensas.&lt;/strong&gt; Serei sempre fiel a certos pensamentos absurdos de inconstância assassina. É assim a vida, caro amigo. &lt;strong&gt;Perde-te nela e tenta encontrar o caminho de volta para a alta consumação energética e expansiva de onde saíste.&lt;/strong&gt; Há pouco que não daria por um intervalo de abstenção autêntica. Caso para notar na falta de regras de toda a cadência musical e mortal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imortal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É caso para dizer que nada vale a pena da experiência.&lt;/strong&gt; Não mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2814505778405176727-4239799317288301150?l=escritaembranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escritaembranco.blogspot.com/feeds/4239799317288301150/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2814505778405176727&amp;postID=4239799317288301150&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2814505778405176727/posts/default/4239799317288301150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2814505778405176727/posts/default/4239799317288301150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escritaembranco.blogspot.com/2007/09/ando-pelas-ruas-do-antegosto.html' title='ANDO PELAS RUAS DO ANTEGOSTO'/><author><name>¶</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09260256030473899667</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://bp1.blogger.com/_jC4GvKIOjHw/RcS04iep3pI/AAAAAAAAAAM/srDtvgZTiE4/s320/%C2%B6.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2814505778405176727.post-6535844703890407261</id><published>2007-01-21T21:24:00.000Z</published><updated>2007-02-01T16:22:36.530Z</updated><title type='text'>Espero Por Ti Na Calha Da Matéria</title><content type='html'>&lt;strong&gt;No estertor da morte, algo que confidendio às estrelas pretas de uma noite sem luz e sem sabor.&lt;/strong&gt; Queria eu ter escutado outra coisa que não a palavra truncada desses imponentes corvos do rio sujo. &lt;strong&gt;A nossa morte.&lt;/strong&gt; Luto pelo cumprimento de um sentido de existência de ligações compridas e sentidas no fundo de um coração anémico de faldas misteriosas e complacentes. Calculo que tudo mude e nada permaneça como sempre foi, no espírito soturno de uma página em branco, no escuro de uma mente colada aos dogmas e serviços de uma realidade moribunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte de mim já teria um nome, não fosse ser escuro e possante como o fogo esventrado de um amanhã canhestro e duro. &lt;strong&gt;Sempre e sempre só.&lt;/strong&gt; Tu. E eu. Nós dois. Como um. No escuro, nada se pode nomear outra vez. Pois seria tão fácil se nada mudasse e tudo se alterasse sem, no fundo, nada mudar. &lt;strong&gt;Nunca seremos monstros ambos, de carne plácida e cheia de putrefacção.&lt;/strong&gt; Numa colher de negro fel, colhido dos ventres de longos vermes nojentos de uma terra abaulada e entretecida por sentimentos curvos. Sem existência, sem ser o sentido da permanência sem cor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que vejo não é real.&lt;/strong&gt; Organizados os planos e todas as sabotagens insípidas de rotas passadas no fogo dos antepassados e cruzadas com ventres bélicos, junto ao céu informe, somos apenas marcas do passado subnutrido de outrora. Serias talvez a nota de um nome que não se apaga na pureza cristalina de algo que nunca existiu. Nem nos sonhos dos poetas. &lt;strong&gt;Encontro lutadores dos sentidos em cada canto da memória apodrecida de um beijo saliente.&lt;/strong&gt; Num certo momento, sem existência e sem pobreza. E tudo será como teria de ser. Se fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, não é. &lt;strong&gt;Arde sem pesar na memória distendida de um vapor cataclísmico de entradas desfiadas e bajuladas de poder branco.&lt;/strong&gt; Tudo o que passa, fica. Em que tudo passa e morre sem poder. Numa mistura que se perde desde a infância de um momento sonhado pela existência fragmentária de um folhetim caduco. &lt;strong&gt;Etrusco.&lt;/strong&gt; Não busco. Faço algum sentido nesta pobre existência de vida que não se cria nem se apaga? &lt;strong&gt;Oh, se eu pudesse sentir o teu cheiro nauseabundo, que emana da forças ocultas do acto a que tu chamas vida.&lt;/strong&gt; Truncada em planos q escorregam sem se forçar a dobrar. Nada mais resta desse mundo de vísceras compostas e de chamamentos ocultos, como se de penas se tratassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero por ti na calha da matéria pútrida que surge quando a paleta de cores se esgota. &lt;strong&gt;É um dia que nunca há-de vir, mas pouco importa.&lt;/strong&gt; Se importar ou emportar algo que seja, algo mais que um pensamento, uma palavra, uma ideia feita de pequenos monstros comezinhos, será fácil deitar abaixo essa ilusão de nados-mortos entumescidos. Insurge-se contra o destino de vapores fétidos, desaparecendo na combustão espontânea de uma noite como esta. Será para sempre. Nunca mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amo o sabor das palavras caladas.&lt;/strong&gt; Nunca serei púbico. E, no entanto, faço-o por gosto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2814505778405176727-6535844703890407261?l=escritaembranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escritaembranco.blogspot.com/feeds/6535844703890407261/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2814505778405176727&amp;postID=6535844703890407261&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2814505778405176727/posts/default/6535844703890407261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2814505778405176727/posts/default/6535844703890407261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escritaembranco.blogspot.com/2007/01/espero-por-ti-na-calha-da-matria.html' title='Espero Por Ti Na Calha Da Matéria'/><author><name>¶</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09260256030473899667</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://bp1.blogger.com/_jC4GvKIOjHw/RcS04iep3pI/AAAAAAAAAAM/srDtvgZTiE4/s320/%C2%B6.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
